Feliz dia novo!
Quando o ano chega a seu crepúsculo, somos acometidos por uma onda de gentileza sem precedentes. Desejamos saúde, alegrias e felicidades, até mesmo a estranhos com quem temos pouco contato ou nenhuma empatia. Comemorações proliferam em bares e restaurantes por todos os rincões do planeta,
As surpreendentes manchetes de 2014!
No crepúsculo de todos os anos, uma legião de profetas e videntes dos mais variados naipes distribui suas previsões para o futuro que se avizinha. Meu desempenho como palpiteiro futebolístico tem sido lamentável, mas uma consulta ao oráculo me forneceu ‘ flashes’ de manchetes surpreendentes
‘ Eu quero ser vagabundo!’
Do alto dos seus cinco anos, o menino já era capaz de fazer algumas analogias. Estava naquela época da vida riquíssima em histórias graciosas, que se protagonizadas somente por adultos seriam geradoras de constrangimento, mas que levadas a cabo por crianças traziam além da surpresa,
O Brasil dos Josés
Eu votei nos dois Josés que se entregaram à Polícia ontem. Foi no milênio passado, em um tempo em que eles empunhavam a bandeira da ética. É fácil ser oposição, bravatear. Difícil é resistir às tentações do poder. Os dois Zés sucumbiram. Raros são os
‘ Quero te mostrar a vida dos pobres’
‘ Vamos ao jogo?’ ‘ Ôpa, claro que sim!’, respondi ao meu avô materno, de quem herdei a torcida pelo Vascão. Acho que nunca neguei um convite desses, fosse do meu avô ou do meu pai. Hoje menos, mas há 35 anos que frequento estádios
Em tempos nebulosos onde surpreender-se geralmente carrega uma conotação negativa, quando alguma atitude reverte essa tendência, é importante compartilhá-la, até para reforçarmos a nossa crença, talvez pueril, de que nem tudo está perdido. A história que segue diz respeito ao mundo das corporações que atendem
Carta aberta ao meu amigo Ócio
Caro Ócio, Apesar de sua visita ter sido planejada, e de sabermos que conviveríamos por um tempo indeterminado, eu confesso que no começo, sua companhia foi um tanto desconfortável para mim. Afinal, nós éramos dois estranhos. A última vez que nos vimos com tempo de
Um tempo que não é mais meu…
Há alguns  anos, fui surpreendido por uma constatação de meu filho (de 10): ‘ Pai, acho que essa música é do seu tempo!’. Tocava na rádio a balada ‘ Take on Me’, do saudoso grupo norueguês ‘ A-Ha’ , com seu teclado ‘ breguete’  típico
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