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Filosofia de boteco

Pai de três guris
Confesso que torci descaradamente para que meu primeiro filho fosse um guri, sentimento que era visto com certo receio pela minha mulher. ´E se for menina? ´. ´Tudo bem, se for menina, mas prefiro um menino´, resposta que carregava o pragmatismo típico do universo masculino.
Feliz dia novo!
Quando o ano chega a seu crepúsculo, somos acometidos por uma onda de gentileza sem precedentes. Desejamos saúde, alegrias e felicidades, até mesmo a estranhos com quem temos pouco contato ou nenhuma empatia. Comemorações proliferam em bares e restaurantes por todos os rincões do planeta,
Carta aberta ao meu amigo Ócio
Caro Ócio, Apesar de sua visita ter sido planejada, e de sabermos que conviveríamos por um tempo indeterminado, eu confesso que no começo, sua companhia foi um tanto desconfortável para mim. Afinal, nós éramos dois estranhos. A última vez que nos vimos com tempo de
Um tempo que não é mais meu…
Há alguns  anos, fui surpreendido por uma constatação de meu filho (de 10): ‘ Pai, acho que essa música é do seu tempo!’. Tocava na rádio a balada ‘ Take on Me’, do saudoso grupo norueguês ‘ A-Ha’ , com seu teclado ‘ breguete’  típico
A riqueza da incerteza
A única garantia que temos na vida é que vamos partir desta para melhor um dia (ou pior, dependendo de nosso histórico…). Nada mais é certo. Em tese, deveríamos transitar confortavelmente pelos períodos de incerteza, pois no fundo eles nos acompanham a maior parte do
Quarenta
A vida começa aos quarenta! Seria uma frase elaborada por alguém arrependido ao perceber que quatro décadas haviam escorrido por suas mãos? Por que as afirmações:  ‘a vida começa aos vinte, trinta, cinquenta, sessenta…’ nunca caíram no gosto popular? Por que os ‘quarenta’ se tornaram
A tempestade
  A tempestade tornava a perigosa pista escorregadia. O limpador de pára-brisa, em sua velocidade máxima, era incapaz de controlar a vazão de água sobre o vidro, que embaçado, dificultava a sua visão. A sinuosidade da estrada, aliada ao anoitecer, no momento em que a
O dilema de Pétain
Philippe Pétain já era sexagenário quando foi elevado a Marechal francês e herói nacional, após comandar as tropas gaulesas na batalha de Verdun, uma das mais sangrentas da Primeira Guerra Mundial, obtendo uma improvável vitória contra o poderoso exército alemão. Fato comum aos militares da
O valor da jornada
Há um ditado que diz: ´não há bons ventos para quem não sabe aonde quer chegar´. Trata-se de uma afirmação verdadeira, pois geralmente quem é ´carregado pela correnteza´ e não consegue definir claramente suas prioridades, tem grandes chances de se frustrar ao longo de sua
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