A sina de Benedito Rocha

benrocha

Nasceu Benedito. Benedito Rocha. E desde o dia em que tomou ciência das coisas do mundo, detestou seu nome. Exigiu explicações dos pais: ‘Por que Benedito, por que?’. Ouviu uma resposta plausível, mas que não amenizava sua revolta: ‘Homenagem ao meu avô materno, seu bisavô, um grande homem!’, dizia o seu pai, orgulhoso e sem remorso. Na adolescência, não cansou de repetir para si mesmo: ‘o bisa pode até ter sido um grande homem, mas precisava me f…para homenageá-lo?’ Foi chamado de Benê e de Dito, mas não gostava de nenhum dos dois. O primeiro por que não definia o gênero, o segundo por que em sua cabeça parecia ser nome de cachaceiro. Conviveu com essa angústia até o dia em que conheceu um Leocádio que se auto-denominava Leo.

Descobriu por acaso. A identidade do Leocádio, no chão, revelou-lhe um segredo até então quase indevassável. ‘Você se chama Leocádio?’, perguntou o Benedito, surpreso com o carma daquele com quem agora simpatizava ainda mais, pois parecia carregar um fardo maior que o seu. Solidariedade. Cabisbaixo, Leo sussurou: ‘Não conte para ninguém, por favor’. Na escola, desde pequeno, Leo elaborava uma ‘operação logística’ muito complexa antes do início de cada ano letivo: convencia os professores, inspetores, coordenadores, todos enfim, a chamarem-no pelo nome de Leo, jamais Leocádio. Obrigava os pais a fazerem a via crúcis até se certificar que a probabilidade de falha era mínima. ‘Vocês me deram esse nome. Agora, me ajudem!’. Era um argumento consistente. Até aquele dia, ele incrivelmente havia conseguido manter seu segredo em todos os círculos sociais. Leocádio só existia para a família, e somente os mais velhos às vezes cometiam o desatino de lhe chamar pelo nome. Agora, seu conhecido Benedito estava diante de sua maior fraqueza.

‘Por que eu iria zombar de um Leocádio, se me chamo Benedito’?

‘Por que você não faz como eu e adota um outro nome’?

‘Já tive Benê e Dito, não gosto de nenhum deles!’

‘Por que não Ben?’

A sugestão revelou-se surpreendente. ‘Ben….!!!! Ben Rocha!!!!Uau, como nunca havia pensado nisso antes?’ Adorou. Teria um certo trabalho em modificar seu nome aos 17 anos, mas faria todo esforço possível para suprimir para sempre o Benedito. Agora se chamaria Ben. Seria eternamente grato ao Leo, seu novo amigo do peito. Convocou uma reunião de família para comunicar sua decisão. Queria sepultar o Benedito, o bisa já estava devidamente homenageado. Ameaçou cortar relações com quem não lhe chamasse de Ben. Foi extremamente assertivo. Fez o mesmo com os amigos e não aceitou brincadeiras. Chegou a ficar estremecido com um deles por seis meses, só por que ele lhe chamou de Ditão em uma pelada: ‘passe essa bola, Ditão!’, foi o estopim para uma discussão sanguínea que quase terminou em sopapos. Só aceitou as desculpas com a promessa de que ele jamais reincidiria no erro.

Nascia outro homem. Fez uma boa faculdade, formou-se, conseguiu um ótimo emprego. Seu futuro parecia promissor. Ele considerava o dia da adoção do ‘Ben Rocha’ como um marco em sua vida. Triplicara a sua auto-estima e isso certamente influenciou as suas conquistas pessoais. No campo afetivo, nenhuma de suas namoradas jamais soube de sua outra encarnação, como Benedito.  Gostava de ‘Rocha’ que lhe passava a ideia de solidez, resistência, força. Adorava seu nome.

Eis que 10 anos depois do sepultamento do Benedito, Ben Rocha recebeu uma oferta de trabalho excepcional: uma multinacional gigante do seu ramo de atuação lhe ofereceu um cargo gerencial de considerável responsabilidade, pelo dobro do seu salário. Irrecusável. Ben estava exultante. Sua trajetória profissional parecia fadada ao sucesso permanente.

Acertados os ponteiros, seu primeiro dia de trabalho foi só de sorrisos. Liderando uma área comercial com mais de 50 pessoas, Ben foi apresentado como tal para muita gente e sentiu-se extremamente bem recebido. Estava feliz, exultante, como poucas vezes experimentara na vida. Eis que no final da tarde, ao verificar todos os trâmites burocráticos inerentes ao primeiro dia, percebeu que a assinatura de seu email aparecia conforme solicitara: Ben Rocha. ‘Eficiente’, pensou ele. ‘Acertaram logo na primeira’. Como teste, mandou um email para o seu pai celebrando o início dessa nova etapa, e foi embora.

Email Envelope on White backgroundÀ noite, a conversa pelo telefone com seu pai lhe revelou a ponta de um iceberg que ainda desconhecia:

‘Filho, que história é essa de ‘brocha’?’

‘Como assim, ‘brocha’? Do que você está falando, pai?’

‘Do seu email.’

‘Meu email assina como Ben Rocha, pai. Eu verifiquei isso, está tudo bem’

‘Eu sei filho, mas o seu email é  brocha@globalx.com….Foi você quem escolheu isso?’

‘De jeito nenhum, pai! Mas você tem certeza disso? Eu não prestei atenção!’

‘Vou lhe mandar para o email pessoal. Resolva isso amanhã, senão vai pegar mal. Será pior que o Benedito!’. Seu pai no fundo nunca lhe perdoara por sepultar seu antigo nome, sempre que a ocasião permitia, brindava-o com uma ironia…

‘Ok, deve ser fácil resolver. Obrigado por avisar, beijo!’

De fato, ao receber o email, lá estava o remetente: ‘brocha’. Definitivamente um equívoco. No dia seguinte telefonaria para a área de Suporte em Informática e resolveria o assunto. Imagine…’Brocha’…foi dormir.

No dia seguinte, ao receber dois cartões corporativos de colegas, constatou que o endereço de email era sempre composto pela primeira letra do nome e o sobrenome, juntos, seguido do clássico @ e o nome da empresa. Não fez perguntas a respeito, mas a situação lhe alertou que precisava ligar para o Suporte a Informática…

‘ Prezado Ben, é procedimento global da empresa: todos os emails são assim.’

‘ Mas você não pode colocar ‘benrocha’, incluindo outras duas letras? Resolveria.’

‘Infelizmente não podemos, senhor. Não é procedimento permitido, nunca soube de exceções. Você tem um nome do meio?’

‘Não. Apenas Ben Rocha. Não tem como você solicitar ao seu chefe uma exceção? A situação se justifica, não posso sair por aí me intitulando ‘brocha’…’

O riso do outro lado da linha lhe despertou certa preocupação. Tudo bem que ele mesmo fez piada com o assunto, mas no fundo ele não gostou daquela risada. O sujeito devia ajudá-lo e não rir da sua desgraça…!

‘Senhor, farei o possível, mas antecipo que nunca soube de email que fosse diferente disso.’

‘Ok, irei  formalizar a minha solicitação. Qual o nome do seu chefe?’

‘Evaristo Fortes. O email efortes@globalx.com

‘Que ironia. Um email do ‘brocha’ pedindo ajuda do efortes’, pensou ele.

‘Caro Evaldo,

Sou recém-admitido na empresa e gostaria de lhe solicitar uma exceção para composição do meu email, admitindo, se possível duas letras adicionais ao ‘b’, compondo o benrocha@globalx.com, ao invés de ‘brocha’, que por razões óbvias, será constrangedor e atrapalhará o dia a dia do meu trabalho. Atenciosamente, Ben Rocha.’

Foi para casa naquele dia sem ter enviado nenhum email. Apesar de julgar o problema como de fácil resolução, sua existência começava a lhe incomodar. Era o seu segundo dia, tampouco havia razões para se comunicar com os outros. Aguardava por uma saída prática na manhã seguinte. Que começou mal, com um email do ‘efortes’:

‘Caro Ben,

Entendo perfeitamente sua situação. Infelizmente, não temos autonomia no Brasil para fugir ao procedimento estabelecido pela matriz. Sugiro que você converse com o diretor de Recursos Humanos para escalar o problema, não temos notícia de exceção. Inclusive, já tivemos um diretor de tecnologia chamado Sandro Pinto, que também não gostava do email, mas como não houve solução, acabou se acostumando. Desde já antecipo que sua batalha será difícil. Conte com a minha solidariedade. Abs, Evaldo’

O causo começava a ganhar contornos dramáticos. Pediu para falar com o diretor de RH. Soava estranho um novato solicitar uma conversa formal logo no terceiro dia, em uma empresa tão grande. Ele mal conheceia o sujeito, foram apresentados rapidamente no corredor. Insistiu com a secretária, o assunto era de extrema importância e só tomaria 10 minutos do seu tempo.

‘Pois, não?’

‘Carlos, meu nome é Ben Rocha, sou o novo gerente comercial e fomos apresentados ontem. Queria lhe fazer um pedido, me recomendaram que falasse contigo!’

Ouviu uma resposta solícita: ‘Diga, farei o máximo para lhe ajudar!’

‘É sobre o meu email. Meu nome é Ben Rocha e pela configuração do email da companhia, acabei ficando como ‘brocha’. Não posso manter esse nome, vai atrapalhar inclusive minhas relações comerciais, será motivo de chacota entre os nossos clientes, pode prejudicar o meu desempenho e o da empresa, tudo o que eu quero é uma exceção, que se permita colocar benrocha. Só isso. Me pediram para falar contigo, pois o caso precisaria ser escalado.’

‘Você não tem um segundo nome?’

‘Não. Somente Ben Rocha.’

‘Olha, Ben. O caso parece simples, mas não é. Nossa empresa tem procedimentos operacionais bastante rígidos e esse é um padrão que eles adotaram lá fora, nunca flexibilizaram a regra. O Sandro, um ex-diretor de Tecnologia, jamais se conformou com seu email, e não conseguiu mudar.’

‘Tudo bem, mas ‘spinto’ é melhor que ‘brocha’, veja que meu caso é bem mais grave.’

‘Se você reparar com outros olhos, no seu caso um viagra salva, no do Sandro, nem isso.’ E soltou uma gargalhada.

Ben enrubeceu. Não sabia se aquele sujeito diante dele, teoricamente uma pessoa que deveria tratar a todos com o máximo respeito, estava simplesmente querendo quebrar o gelo daquela conversa ou de fato tirando ‘uma’ com a sua cara. Se não fosse o diretor de RH diante de si, a conversa tomaria outro rumo, mais agressivo. Contido, Ben replicou, sem endossar o bom humor de seu interlocutor: ‘Carlos, você precisa solicitar uma exceção. É um pedido sério, isso me atrapalhará.’

‘ Farei o possível, Ben. Vou lhe copiar nas demandas. Vamos torcer, mas não se anime.’

Ao sair da sala, observou um riso no canto da boca de Carlos. Aquilo era um sinal de que dias melhores não viriam. Acessou o seu chefe imediato. Afinal, ele era par do diretor de RH, e talvez pudesse influenciar a decisão. Não sabia se devia contar sobre o incômodo que a piada do Carlos havia lhe causado. Não conhecia bem o seu chefe, apesar dele ter sido o responsável por sua contratação. Não sabia ainda onde estava pisando. A essa altura, só não queria ser conhecido como ‘brocha’.

‘Ben, infelizmente esse é uma das fraquezas dessa organização. Os caras culturalmente não sabem lidar com pequenas exceções como essa. O Sandro passou um ano tentando mudar o seu email e não conseguiu. No caso dele, o nome completo era Sandro Oliveira Pinto e ele teve a opção de mudar para ‘opinto’, mas não topou. O pior é que na conversa de corredor a turma o chamava mesmo de ‘sem pinto’. Nunca na frente, sabe como é, o pessoal é hipócrita.’

Aquilo definitivamente o assustou. Seu chefe estava praticamente passando o recibo de que ele seria o ‘brocha’ da companhia. Parecia que já estava há dez anos naquele lugar. Pensou em jogar tudo para o alto, mas lembrou-se do salário dobrado. Resignou-se naquele momento. Prometeu ser forte e rude com quem o chamasse de ‘brocha’. Foi assim que havia sepultado o Benedito.

Conforme o esperado, após muitas idas e vindas, lhe foi negado o direito de adicionar duas simples letras ao ‘B’ de ‘brocha’. Tentou em vão substituir o ‘B’ por ‘D’.

‘Por que o ‘d’?’

‘’D’, de ‘Dito’?

‘Como assim, ‘Dito’? Seu nome não é ‘Ben’?

‘Meu nome é Benedito.’ Seu desespero era tão grande que chamou o defunto há dez anos sepultado…’Não conte a ninguém, detesto o meu nome, mas admitiria o ‘D’ para mudar esse email maldito…ficaria ‘drocha’, me ajude!!!’

Também lhe foi negado o direito de recuperar o apelido de infância. Era o pesadelo em seu apogeu. De Benedito para Ben, de Ben para ‘Brocha’. Após uma semana, seu chefe lhe aconselhou: ‘Ben, esqueça isso. Talvez ninguém perceba. Você precisa começar a se comunicar, sua equipe já está comentando que você não lhes envia emails.’

Resignado, assumiu o ‘brocha’. Prometeu a si mesmo que agiria com seriedade, não admitira brincadeiras, as repreenderia quando ocorressem e tentaria dessa maneira conviver com esse fardo. Culpa desse maldito nome Benedito, que começa com ‘b’…

‘Resolveu o problema do email?’, perguntou seu pai em um almoço de Domingo.

‘Não consegui, pai’

‘Mas como, você vai ser o ‘brocha’? Isso é inadmissível! Como não querem mudar?

‘Multinacional, pai. É muito complicado, muito burocrático. Desisti. Vamos mudar de assunto.’

‘Filho, peça demissão desse emprego. Você não vai aguentar. As pessoas são más, você será torturado…’

‘Pai, eu ganho o dobro do meu salário anterior’

‘Mas lá você era espada, não era ‘brocha’! Você sofrerá ‘bullying’ de todos os lados, filho! Sai dessa!’

‘Pai, eu serei muito enfático em não aceitar brincadeiras. Eu consigo.’

‘Filho, me prometa uma coisa: se um dia lhe derem uma caixa de viagras, você puxa o carro, não importa em que posição esteja. Sua dignidade vale mais que a grana!’

‘Pai, você está levando isso a ferro e fogo. É só um endereço de email. Ninguém vai me chamar de ‘brocha’. Eu sou o Ben Rocha!’

‘Olha, eu vou te dizer uma coisa…para enfrentar o ‘brocha’, era melhor ser Benedito agora. O Ben Rocha não aguenta a ‘brocha’!!!!’

Ficou pensativo. Nunca havia parado para pensar…Benedito era um nome mais rude, mais másculo que simplesmente Ben. Algo que nunca digerira em seu nome atual era o vínculo com aquela música juvenil do Michael Jackson. Até então seu único defeito. A conversa com seu pai foi tão profunda para ele que dormiu pensando em voltar a ser Benedito.

Mudou de ideia na manhã seguinte. Seria o mesmo Ben Rocha de sempre. Sério, objetivo, assertivo, disciplinado. Não permitiria que o ‘brocha’ tomasse conta de sua vida. Resistiria.

Não tardou para as piadas começarem. Quase sempre pelas costas. A natureza humana é impiedosa. Ben notava as risadas de canto de boca, os cochichos. Por mais que se esforçasse, não conseguia levar aquela história com bom humor, o que talvez fosse a melhor solução. Para piorar, seu estilo durão rendeu frutos. Agora, quando alguém era muito ríspido com outro, imediatamente dizia-se que aquilo era uma ‘brochada’, em referência ao estilo mais ‘hardcore’do ‘brocha’.

Como era gerente da área comercial, o causo ganhava proporções calamitosas, pela natureza mais ‘falastrona’ do time. Alguns clientes faziam pirraça da situação, diziam que empresa não iria para frente, pois o gerente comercial não pegava no tranco. Comentários maldosos circulavam nas sessões de feedbacks, quando muitos analistas ouviam em suas avaliações: ‘você tem que ser mais duro, como o ‘brocha’’. De uma forma ou de outra, Ben tomava conhecimento da maioria das brincadeiras, que ele considerava de péssimo gosto. Sofria muito com isso. Estava quase sempre armado, de cara feia para a menor demonstração de humor em virtude do seu famigerado email.

Mas desempenhava bem. Bateu recorde de vendas. Infelizmente, o fato de ser o ‘brocha’ o tornou um sujeito sizudo, de pouca abertura com as pessoas. ‘Coitado do ‘brocha’, está sempre para baixo’, era o comentário dos corredores. Solteiro, não teria problema em envolver-se com outras funcionárias, a empresa não tinha esse tipo de restrição. Bem que tentou, mas seu email sempre lhe causou constrangimentos psicológicos que o impediam de ir adiante. A malta não perdoava: ‘O ‘brocha’ é mole, não pega ninguém, e tem razão para isso…’

Sua paciência chegou ao fim em uma convenção da empresa, pouco mais de dois anos após descobrir que era ‘brocha’. Em uma espécie de amigo secreto, foi brindado com uma caixa preta, dentro da qual havia um envelope com o recado: ‘Todo mundo te quer bem, levante o seu astral’. Acompanhava-o seis comprimidos de viagra.

Seu sorriso amarelo foi um sinal de que a brincadeira soou como um soco no estômago. Lembrou do pedido de seu pai, há dois anos. Tomou o microfone para si e se libertou:

‘Muito obrigado pela lembrança. Vocês nunca entenderam que eu não gosto dessa brincadeira. Estou farto disso, aqui não sou respeitado. Meu nome é Benedito. Eu não sou ‘brocha’ e quero que vocês todos vão para puta que os pariu!’

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Jogou o microfone no chão e foi embora. No dia seguinte entregava seu pedido de demissão, sem aceitar a argumentação de ninguém. Todos queriam demovê-lo da ideia. Preparou uma carta desaforada à matriz, explicando que perdiam um funcionário por sua falta de adaptabilidade às exceções. Pensou em processar a empresa. Deixou para lá. Estava livre, leve e não era mais ‘brocha’. Competente, logo recebeu ligações de outras empresas:

‘Gostaria de falar com o Ben Rocha. É sobre uma oportunidade de trabalho.’

‘Aqui é o Ben Rocha, mas pode me chamar de Benedito. Qual é o seu email?

‘Email?’

……

2 Comments
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2 Comentários

  1. André Rocha

    19 de fevereiro de 2014 em 09:15

    Seu Victor,
    Este foi em minha homenagem ? Já fui arocha e hoje sou afrocha. Sempre fiz a piada: “pelo menos não me colocaram o nome de Bruno”. Certamente livrei meu filho dessa, que porém herdou um “t” da mãe e poderá ser “otrocha”. Meu sobrinho Bernardo talvez não tenha a mesma sorte e seja um case real dessa maldição dos e-mails corporativos.

    André

  2. sonia pedrosa

    20 de fevereiro de 2014 em 07:54

    Muuuuito bom, Victor! Adorei!

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